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	<title>Jo Castro</title>
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	<description>Jo Castro</description>
	<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 23:36:50 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
	
		
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		<title>Biography</title>
				
		<link>https://jocastroficial.com/Biography</link>

		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 18:40:16 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Jo Castro</dc:creator>

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&#60;img width="5184" height="3456" width_o="5184" height_o="3456" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/f9cf857af66ed41aeda8cf2aa567867c9c7768cbd2feaffb27b90e67dc529f71/perfil-photo.jpg" data-mid="167237849" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/f9cf857af66ed41aeda8cf2aa567867c9c7768cbd2feaffb27b90e67dc529f71/perfil-photo.jpg" /&#62;

	
Jo Castro - ile/dile(Porto, 1988)
Artista queer que desenvolve os seus projetos entre a dança, a performance, o som e a voz, tendo apresentado algumas das suas obras em Portugal, França, Bélgica, Alemanha e Brasil.
Para além de questões como a morte, o luto, a&#38;nbsp; atravessarem a sua vida pessoal e invadirem as suas criações, as questões de género são transversais ao seu percurso, numa pesquisa de um corpo que des(re)constrói a sua imagem e opera em estados ENTRE – no limiar das fronteiras do humano, sem género.

Enquanto cocriadorie e performer colaborou em peças de Né Barros, Joclécio Azevedo, Carlota Lagido, Victor Hugo Pontes, Maurícia Barreira Neves, Joana Providência, entre outras, e em performances e filmes de Clara Pais e Daniel Fawcett e Ágata Pinho.

Tirou o curso de intérprete profissional de dança pelo Balleteatro Escola Profissional (2003 a 2006), frequentou o Programa de Estudo, Pesquisa e Criação Coreográfica no Fórum Dança em 2008, recebeu uma bolsa de estudos do NEC em 2009, recebeu a bolsa para o programa DanceWeb em 2013, tirou um curso de produção de áudio na escola Bi-Motor em 2015 e frequentou a pós-graduação de especialização em performance na FBAUP em 2016/17.

Atualmente encontra-se em investigação para o seu novo projeto LABIA que contará com diversas residências artísticas em 2023, 2024 e 2025.

	
Jo Castro - they/them
(Porto, 1988)

Queer artist that develops their projects between dance, performance, sound and voice, having presented some of the works in Portugal, France, Belgium, Germany and Brazil.

Besides issues such as death, mourning, destruction, failure and end rituals crossing their personal life and invading their creations, gender identity issues are transversal to their path, in a research of a body that de(re)constructs its image and operates in states BETWEEN - on the edge of human boundaries, without gender.

As co-creator and performer has collaborated in dance pieces created by Né Barros, Joclécio Azevedo, Carlota Lagido, Victor Hugo Pontes, Maurícia Barreira Neves, Joana Providência, among others, and in performances and films directed by Clara Pais and Daniel Fawcett and Ágata Pinho.

Jo took the course as a professional dancer by Balleteatro Escola Profissional (2003 to 2006), attended the Program of Study, Research and Choreographic Creation at Fórum Dança in 2008, received a scholarship from NEC in 2009, received the scholarship for DanceWeb program in 2013, took a course of audio production at Bi-Motor school in 2015 and attended the postgraduate specialization in performance art studies at FBAUP in 2016/17.

They are currently in research on their new project LABIA which will feature several artist residencies in 2023, 2024 and 2025.
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		<title>criações</title>
				
		<link>https://jocastroficial.com/criacoes</link>

		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 15:09:14 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Jo Castro</dc:creator>

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		<description>criações</description>
		
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		<title>Other collaborations</title>
				
		<link>https://jocastroficial.com/Other-collaborations</link>

		<pubDate>Wed, 22 Mar 2023 17:57:29 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Jo Castro</dc:creator>

		<guid isPermaLink="true">https://jocastroficial.com/Other-collaborations</guid>

		<description>
	PT 
CRIAÇÃO EM MÚSICA, CINEMA E VÍDEO-DANÇA

2023 Co-realiza o filme “D̶a̶r̶k̶t̶r̶a̶c̶e̶s̶: on ghosts and spectral dances”, a partir do espetáculo de sua autoria com o mesmo título, com João Catarino. 

2021Co-realiza “Darktraces” um projeto híbrido entre o vídeo e a dança com estreia no Festival Dias Da Dança, no site do Teatro Municipal do Porto e apresentado na Sesc Bienal de Dança, São Paulo, Brasil.

2020Co-realiza o filme Ø ilha com Cláudia Varejão, com estreia no contexto de PAR(S) um projeto do Teatro Municipal do Porto (2020), apresentado no Imprópria – Mostra de Cinema de Igualdade de Género, nos Açores (2021) e no Festival In&#38;amp;Out em Nice, França (2022).
Cria a paisagem sonora de “RITE OF DECAY” em colaboração com Diana Combo.

2019Cria a paisagem sonora da peça “XF”.

2018Cria a paisagem Sonora de “MAREMOTO”.
Cria a paisagem Sonora de “I CAN’T SEE THE SEA” de Maurícia &#124; Neves.

2017Instalação sonora “PARADISUM” apresentada no 85o aniversário do Teatro Municipal do Porto.

2012-2015Um concerto/performance “VELVET CLOAK” em colaboração com Flávio Rodrigues, apresentado no Femme Fatale, no espaço Breyner 85, no Porto (2012), no Festival Loose Holes, no Lusitano, no Porto (2013), no Mosteiro São Vento da Vitória e no Festival Queer, no Maus Hábitos (Porto, 2015)

2013Paisagem sonora de “LET IT GO, LO”.


COLABORAÇÃO EM COCRIAÇÃO E PERFORMER

2021Cocriadorie e intérprete na peça “Danças precárias” de Bruno Alexandre com estreia na Casa da Dança de Almada (2021).

2020Cocriadorie e performer na performance-conferência “MINA” de Carlota Lagido apresentada no Dançar é a minha revolução no Mercado Forno do Tijolo, em Lisboa (2020) e no Espaço Mira, no Porto (2021).
 
2019Aconselhamento artístico, assistência e intérprete na peça “Anesthetize” de Maurícia &#124; Neves, estreada no Festival Guidance, em Guimarães e apresentada no Festival Dance Dance Dance, no Teatro das Figuras, em Faro (2019), no CCB, em Lisboa (2020) e no Cine-Teatro Louletano, em Loulé (2022).

2018Cocriadorie e performer na peça “JUNGLE RED” de Carlota Lagido com estreia no Festival Dias Da Dança, no Cine-Teatro Contantino Nery, em Matosinhos, no Salão Brazil, em Coimbra e no Teatro Ibérico, no âmbito do Festival Temps d’image, em Lisboa (2018).

2017Intérprete na peça “MUROS” de Né Barros no Festival Dias Da Dança, no Teatro Nacional São João, no Porto.

2016Cocriadorie e intérprete na peça “JE T’AIME” de Maria João Costa Espinho no Festival Point Éphémère e Cité Université, Paris (2016), no Teatro Municipal do Porto, no âmbito dos Palcos Instáveis, no Porto (2019) e no Teatro Aveirense (2022).
Intérprete na peça “INQUIETAÇÕES” de Joana Providência, estreada no Teatro Municipal do Porto. 
Cocriadorie e performer na performance “SACRIFICIUM INTELLECTUS” de Daniel Fawcett e Clara Pais, no Palácio das Artes, no Porto e no evento EnContraste na ESSE.
Cocriadorie e performer na peça “INTERMITÊNCIAS” de Joclécio Azevedo no Teatro Municipal do Porto e no Festival Cumplicidades.

2015Cocriadorie e intérprete na peça “LASTRO” de Né Barros no Teatro Municipal do Porto (2015).
Cocriadorie e intérprete na peça “CAIR” de Victor Hugo Pontes no Centro Cultural Vila Flor, Guimarães.
Cocriadorie e performer nas performances “INTERMITÊNCIAS #2” e “INTERMITÊNCIAS #3” de Joclécio Azevedo apresentadas no Teatro Municipal do Porto.

2014Cocriadorie e performer na peça “COPPIA” de Victor Hugo Pontes, Manuela Azevedo e Hélder Gonçalves, estreada no CCB, em Lisboa e digressão (2015-2016).
Cocriadorie e intérprete na peça “TERRITÓRIO” de Joana Providência estreada no Teatro do Bolhão.
Intérprete na peça “MILLION” de Né Barros no programa “Rivoli já Dança” no Coliseu do Porto.

2013Cocriadorie e intérprete na peça “LANDING” de Né Barros no Teatro Camões, em Lisboa.
Cocriadorie e performer na performance “INEXTERIOR” de Victor Hugo Pontes, no CCB, em Lisboa.
Cocriadoie e intérprete na peça “ZOO” de Victor H Pontes nas reposições pós-estreia.

2012Cocriadorie e intérprete na peça “A BALLET STORY” de Victor Hugo Pontes, com estreia no Festival GUIdance (2012), Festival de Danse de Cannes, em França (2013) e digressão nacional e internacional (2013-2017) e reposição no festival Desenterra, Sintra (2022).
Cocriadorie e intérprete na peça “FIO TERRA” de Joana Antunes na Fábrica ASA, no âmbito do Guimarães Capital Europeia da Cultura.
Cocriadorie e intérprete na peça “ESTRANGEIROS” de Né Barros estreada em Guimarães, na Capital Europeia da Cultura e apresentada no Teatro Nacional São João.
Cocriadorie e intérprete na peça “PAN ORAMA” de Isabel Barros estreada no Cine-Teatro Constantino Nery, em Matosinhos (2011) e apresentada no CCB, em Lisboa.

2011
“Amo-te” de Jo Castro e Flávio Rodrigues, peça estreada no Festival Imaginarius, em Santa Maria da Feira (2011), apresentada no Balleteatro, Porto , no festival Artes Comunicantes, em Moura e no Festival&#38;nbsp;Festival Les Repérages, na Bélgica (2012).

2010Performer na performance “WORLD OF INTERIORS” de Ana Borralho e João Galante, no Museu de Serralves.

2009Performer na performance “YOU WHO WILL EMERGE FROM THE FLOOD” de Juliana Snapper na piscina do Fluvial, no contexto do Festival Trama, no Porto.
Cocriadorie e intérprete na peça “STORY CASE” de Né Barros, no Festival Dancem 09, no Teatro Carlos Alberto (2009) e digressão nacional (2010).

2008Cocriadorire e intérprete na peça “SEGUNDO PLANO” de Né Barros estreada no Cine-Teatro Constantino Nery, em Matosinhos, apresentada no TROIS C-L, em Luxemburgo e digressão nacional.

2008Cocriadorie e intérprete na peça “A ALEGRIA DAS ROSAS” de Amalgama Cia de Dança, apresentada no Convento de Mafra, em Lisboa, e em digressão nacional (2008).
Performer na “PEÇA DO CORAÇÃO”, de Mariana Tengner Barros, apresentada no Festival Festa da Dança, pela REDE, em Lisboa.
Cocriadorie e intérprete na peça “GOSTARIA DE DIZER ALGO” de Jeferson Petrillo Nunes estreada no Encontro de Jovens Coreógrafos da Póvoa do Varzim (2007), no Festival Porto a Solo, Contagiarte, Porto (2007) e .no Festival Mundial de Solos e Duetos, na Venezuela (2008).

2007Cocriadorie e intérprete na peça “MOVIMENTANTES” de Né Barros no Teatro Carlos Alberto, no Porto (2007) e apresentado no Teatro Ribeiro Conceição (2008).

 

OUTROS PROJETOS E COLABORAÇÕES: 
EM DANÇA, PERFORMANCE E TEATRO

2021Direção de movimento em colaboração com Carlota Lagido da peça teatral “ORLANDO” de Albano Jerónimo, uma produção da associação Teatro nacional 21, com estreia no Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães e em atual digressão nacional.

2019Aconselhamento artístico em “THIS IS NOT FOR SALE E É UM MANIFESTO” de Maurícia &#124; Neves
 
2018Aconselhamento artístico em “I CAN’T SEE THE SEA” de Maurícia &#124; Neves.

2017Dirige “AUTO DAS MÁSCARAS” em colaboração com João Pedro Vaz e João de Guimarães, com o Teatro Oficina no CIAGJ, Guimarães.

2015Participa enquanto criadorie e performer no projeto de improvisação “CADÁVER ESQUISITO”, em colaboração com outres artistas da cidade do Porto, apresentada no dia mundial da dança, na Praça D. João I, no âmbito do dia mundial da dança organizado pelo Teatro Municipal do Porto.
Dirige “TUDO ESTÁ MORTO ENQUANTO VIVE”, em colaboração com Joana Providência para o Teatro Universitário do Porto, no FITEI.
Direção de movimento na peça “ÓPERA FERNÁLIA” de Tânia Almeida e Joana Magalhães (2015). 

2010Artista associada do Balleteatro.


EM CINEMA E VÍDEO-DANÇA

2021Intérprete no filme “PELA NOSSA PELE” de Rita Vilhena e Yael Karavan, realizado por Francisca Manuel, apresentado em diversos festivais nacionais e internacionais.

2020Cocriadorie e intérprete no filme “MINA” de Carlota Lagido, realizado por Francisca Manuel, com estreia no Festival Cumplicidades, no site do Teatro Municipal São Luíz.

2015Intérprete no filme independente “THE KINGDOM OF SHADOWS” de Daniel Fawcett e Clara Pais.

2012Intérprete no video-dança “LANDING” de Filipe Martins.

2010Intérprete no video-dança “A PRAÇA” de Filipe Martins.

2009Intérprete no video-dança “STORY CASE” de Filipe Martins.


CRIAÇÃO E COLABORAÇÃO EM EDUCAÇÃO

2023Dirige projeto “AAAAHHHH!!!! _ Exercícios para a desobediência” para a Companhia Joven de Ílhavo, Centro Cultural de Ílhavo.

2021-2023Dirige projeto “MUTANTES” com grupo de jovens em Viana do Castelo e Ponte de Lima, projeto das Comédias do Minho.

2020Dirige “ATLAS” online em colaboração com Yola Pinto, projeto das Comédias do Minho.
Dirige “SALVO CONDUTO”, um projeto de Arte Total, no Museu Nogueira Silva, em Braga.

2019Dirige “XF” em colaboração com Maurícia &#124; Neves com discentes do 3o ano do Balleteatro, no Teatro Municipal do Porto.

2018Dirige “MAREMOTO”, no programa LAB8 de Estufa Associação Cultural, no Cine-Teatro de Torres Vedras.

2017Dirige “ANGELS” em colaboração com Flávio Rodrigues com discentes do 2o ano de dança do Balleteatro, no Teatro Helena Sá e Costa, no Porto.

2015Dirige “RE-VERSO”, um projeto inserido nas "Lendas Minhotas", uma produção das Comédias do Minho, apresentada em Viana do Castelo.
	EN

MUSIC, FILM, AND VIDEO-DANCE CREATION

2023Co-directs the film “D̶a̶r̶k̶t̶r̶a̶c̶e̶s̶: on ghosts and spectral dances” based on the performance of the same title, with João Catarino.

2021 Co-directs“Darktraces” a hybrid project combining video and dance, premiered at the Dias Da Dança Festival, on the website of Teatro Municipal do Porto, and presented at Sesc Bienal de Dança, São Paulo, Brazil.

2020 Co-directs the film Ø ilha  with Cláudia Varejão, premiered as part of PAR(S), a project by Teatro Municipal do Porto (2020), presented at Imprópria – Mostra de Cinema de Igualdade de Género, in the Azores (2021), and at the In&#38;amp;Out Festival in Nice, France (2022).

Creates the soundscape for  “RITE OF DECAY” in collaboration with Diana Combo.

2019 Creates the soundscape for the play “XF”.

2018
Creates the soundscape for “MAREMOTO”.

Creates the soundscape for “I CAN’T SEE THE SEA” by Maurícia &#124; Neves.

2017 Sound installation “PARADISUM” presented on the 85th anniversary of Teatro Municipal do Porto.


2012-2015 Concert/performance "“VELVET CLOAK”in collaboration with Flávio Rodrigues, presented at Femme Fatale, Breyner 85, Porto (2012), Loose Holes Festival, Lusitano, Porto (2013), Mosteiro São Vento da Vitória, and Queer Festival, Maus Hábitos (Porto, 2015).

2013 
Sound landscape for  “LET IT GO, LO”.


COLLABORATION IN CO-CREATION AND PERFORMANCE

2021 Co-creator and performer in the dance piece “Danças precárias” by Bruno Alexandre, premiered at Casa da Dança de Almada (2021).

2020 Co-creator and performer in the performance-conference “MINA”by Carlota Lagido, presented at Dançar é a minha revolução at Mercado Forno do Tijolo, Lisbon (2020), and Espaço Mira, Porto (2021).

2019 Artistic advice, assistance, and performer in the dance piece “Anesthetize”  by Maurícia &#124; Neves, premiered at Festival Guidance, Guimarães, and presented at Dance Dance Dance Festival, Teatro das Figuras, Faro (2019), CCB, Lisbon (2020), and Cine-Teatro Louletano, Loulé (2022).

2018 Co-creator and performer in the dance piece “JUNGLE RED”  by Carlota Lagido, premiered at the Dias Da Dança Festival, Cine-Teatro Contantino Nery, Matosinhos, Salão Brazil, Coimbra, and Teatro Ibérico, as part of the Temps d’image Festival, Lisbon (2018).

2017Performer in the dance piece “MUROS”by Né Barros at the Dias Da Dança Festival, Teatro Nacional São João, Porto.

2016 
Co-creator and performer in the performance&#38;nbsp;“JE T’AIME” by Maria João Costa Espinho at the Point Éphémère Festival and Cité Université, Paris (2016), Teatro Municipal do Porto, Palcos Instáveis, Porto (2019), and Teatro Aveirense (2022).

Performer in the dance piece “INQUIETAÇÕES”&#38;nbsp;by Joana Providência, premiered at Teatro Municipal do Porto.

Co-creator and performer in the performance “SACRIFICIUM INTELLECTUS” by Daniel Fawcett and Clara Pais, at Palácio das Artes, Porto, and EnContraste event at ESSE.

Co-creator and performer in the performance&#38;nbsp;“INTERMITÊNCIAS”  by Joclécio Azevedo at Teatro Municipal do Porto and Cumplicidades Festival.

2015
Co-creator and performer in the dance piece “LASTRO”by Né Barros at Teatro Municipal do Porto (2015).

Co-creator and performer in the&#38;nbsp;dance piece “CAIR”  by Victor Hugo Pontes at Centro Cultural Vila Flor, Guimarães.

Co-creator and performer in the performances “INTERMITÊNCIAS #2” e “INTERMITÊNCIAS #3”  by Joclécio Azevedo presented at Teatro Municipal do Porto.

2014 Co-creator and performer in the dance piece “COPPIA” by Victor Hugo Pontes, Manuela Azevedo, and Hélder Gonçalves, premiered at CCB, Lisbon, and tour (2015-2016).

Co-creator and performer in the dance piece&#38;nbsp;“TERRITÓRIO”  by Joana Providência premiered at Teatro do Bolhão.

Performer in the dance piece&#38;nbsp;“MILLION” by Né Barros in the "Rivoli já Dança" program at Coliseu do Porto.

2013
Co-creator and performer in the dance piece&#38;nbsp;“LANDING”by Né Barros at Teatro Camões, Lisbon.

Co-creator and performer in the performance “INEXTERIOR” by Victor Hugo Pontes, at CCB, Lisbon.

Co-created and performed in the dance piece&#38;nbsp;“ZOO”  by Victor H Pontes in post-premiere performances.

2012
Co-creator and performer in the dance piece&#38;nbsp;“A BALLET STORY”by Victor Hugo Pontes, premiered at GUIdance Festival (2012), Festival de Danse de Cannes, France (2013), and national and international tour (2013-2017), and reprised at Desenterra Festival, Sintra (2022).

Co-creator and performer in the dance piece&#38;nbsp;“FIO TERRA” by Joana Antunes at Fábrica ASA, within the scope of Guimarães Capital Europeia da Cultura.

Co-creator and performer in the dance piece&#38;nbsp;“ESTRANGEIROS”  by Né Barros premiered in Guimarães, European Capital of Culture, and presented at Teatro Nacional São João.

Co-creator and performer in the dance-theater piece&#38;nbsp;“PAN ORAMA”  by Isabel Barros premiered at Cine-Teatro Constantino Nery, Matosinhos (2011), and presented at CCB, Lisbon.
2011
"Amo-te" by Jo Castro and Flávio Rodrigues, premiered at the Imaginarius Festival in Santa Maria da Feira (2011). The piece was also presented at Balleteatro in Porto, at the Artes Comunicantes festival in Moura and at the Les Repérages Festival in Belgium (2012).

2010 
Performer in the performance “WORLD OF INTERIORS”by Ana Borralho and João Galante at Museu de Serralves.

2009
 Performer in the performance “YOU WHO WILL EMERGE FROM THE FLOOD”  by Juliana Snapper at Fluvial pool, in the context of the Trama Festival, Porto.

Co-creator and performer in the dance piece&#38;nbsp;“STORY CASE” by Né Barros, at Dancem 09 Festival, Teatro Carlos Alberto (2009), and national tour (2010).

2008Co-creator and performer in the dance piece "“SEGUNDO PLANO” by Né Barros premiered at Cine-Teatro Constantino Nery, Matosinhos, presented at TROIS C-L, Luxembourg, and national tour.

2008
 Co-creator and performer in the dance piece&#38;nbsp;“A ALEGRIA DAS ROSAS”  by Amalgama Cia de Dança, presented at Convento de Mafra, Lisbon, and national tour.

Performer in the performance&#38;nbsp;“PEÇA DO CORAÇÃO”,by Mariana Tengner Barros, presented at Festa da Dança Festival, by REDE, Lisbon.

Co-creator and performer in the dance piece&#38;nbsp;“GOSTARIA DE DIZER ALGO”  by Jeferson Petrillo Nunes premiered at Encontro de Jovens Coreógrafos da Póvoa do Varzim (2007), Festival Porto a Solo, Contagiarte, Porto (2007), and Festival Mundial de Solos e Duetos, Venezuela (2008).

2007 Co-creator and performer in the dance piece&#38;nbsp;“MOVIMENTANTES" by Né Barros at Teatro Carlos Alberto, Porto (2007), and presented at Teatro Ribeiro Conceição (2008).

OTHER PROJECTS AND COLLABORATIONS: IN DANCE, PERFORMANCE, AND THEATRE

2021Movement direction in collaboration with Carlota Lagido for the play “ORLANDO”by Albano Jerónimo, a Teatro Nacional 21 association production, premiered at Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, and currently touring nationally.

2019 Artistic advice in “THIS IS NOT FOR SALE E É UM MANIFESTO” by Maurícia &#124; Neves.

2018
 Artistic advice in “I CAN’T SEE THE SEA” by Maurícia &#124; Neves.

2017
Directs “AUTO DAS MÁSCARAS” in collaboration with João Pedro Vaz and João de Guimarães, with Teatro Oficina at CIAGJ, Guimarães.

2015Participates as a creator and performer in the improvisation project “CADÁVER ESQUISITO”, in collaboration with other artists from Porto, presented on World Dance Day at Praça D. João I, as part of the World Dance Day organized by Teatro Municipal do Porto.

Directs the performance“TUDO ESTÁ MORTO ENQUANTO VIVE”" in collaboration with Joana Providência for Teatro Universitário do Porto, at FITEI.

Movement direction in the theater piece“ÓPERA FERNÁLIA”  by Tânia Almeida and Joana Magalhães (2015).

2010 
Associated artist of Balleteatro.

IN CINEMA AND VIDEO-DANCE

2021Performer in the film “PELA NOSSA PELE” by Rita Vilhena and Yael Karavan, directed by Francisca Manuel, presented at various national and international festivals.

2020
Co-creator and performer in the film  “MINA”&#38;nbsp;by Carlota Lagido, directed by Francisca Manuel, premiered at Festival Cumplicidades, on the website of Teatro Municipal São Luíz.

2015Performer in the independent film “THE KINGDOM OF SHADOWS”  by Daniel Fawcett and Clara Pais.

2012
Performer in the video-dance“LANDING” by Filipe Martins.

2010Performer in the video-dance “A PRAÇA”  by Filipe Martins.

2009

 Performer in the video-dance “STORY CASE” by Filipe Martins.

CREATION AND COLLABORATION IN EDUCATION

2023
Directs the project "“AAAAHHHH!!!! _ Exercícios para a desobediência” for Companhia Joven de Ílhavo, Centro Cultural de Ílhavo.

2021-2023
Directs the project “MUTANTES” with a group of young people in Viana do Castelo and Ponte de Lima, a project by Comédias do Minho.

2020
 Directs “ATLAS”online in collaboration with Yola Pinto, a project by Comédias do Minho.

Directs“SALVO CONDUTO”" a Total Art project, at Museu Nogueira Silva, Braga.

2019
Directs “XF” in collaboration with Maurícia &#124; Neves with 3rd-year students from Balleteatro, at Teatro Municipal do Porto.

2018
Directs “MAREMOTO”, in the LAB8 program by Estufa Associação Cultural, at Cine-Teatro de Torres Vedras.

2017
 Directs “ANGELS”  in collaboration with Flávio Rodrigues with 2nd-year dance students from Balleteatro, at Teatro Helena Sá e Costa, Porto.

2015
Directs “RE-VERSO”" a project within the "Lendas Minhotas," a production by Comédias do Minho, presented in Viana do Castelo.

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	</item>
		
		
	<item>
		<title>SOFI.AL.AN</title>
				
		<link>https://jocastroficial.com/SOFI-AL-AN</link>

		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 23:36:50 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Jo Castro</dc:creator>

		<guid isPermaLink="true">https://jocastroficial.com/SOFI-AL-AN</guid>

		<description>
	SOFI.AL.AN


2026/2027instalação/performance duracional
	Um nome do meio que se desvia da complementaridade para se abrir à complexidade mutante. Uma outra identidade possível, em constante trânsito. SOFI.AL.AN. opera na intersecção onde o concerto se torna instalação e a performance se dissolve. É a conceção de uma sonoridade meta binária. Um projeto autobiográfico imersivo que explora a potência do som como uma ferramenta de transmutação e resistência. A identidade que se dissolve em devir-corpes-sonores sem fronteiras, apenas fluxos, onde as vibrações são a única constante.

&#60;img width="866" height="651" width_o="866" height_o="651" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/ce7184247b61fe574b4539414625677c3b0b740aa2e887ca0f64fefe72908b18/Imagem-SOFI.AL.AN-1.png" data-mid="253643912" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/866/i/ce7184247b61fe574b4539414625677c3b0b740aa2e887ca0f64fefe72908b18/Imagem-SOFI.AL.AN-1.png" /&#62;©Jo Castro</description>
		
	</item>
		
		
	<item>
		<title>L̷A̶S̷C̸A̶_ prelúdios de uma sabotagem</title>
				
		<link>https://jocastroficial.com/L-A-S-C-A-_-preludios-de-uma-sabotagem</link>

		<pubDate>Fri, 15 May 2026 19:39:06 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Jo Castro</dc:creator>

		<guid isPermaLink="true">https://jocastroficial.com/L-A-S-C-A-_-preludios-de-uma-sabotagem</guid>

		<description>
	L̷A̶S̷C̸A̶_ prelúdios de uma sabotagem

2027/2028
dance/performance
	



















L̷A̶S̷CA̶_ prelúdios de uma
sabotagem



A
performatividade de género impõe-se como uma exigência de perfeição, uma
repetição incessante de gestos e códigos que, ao serem citados constantemente,
fabricam uma verdade naturalizada. É um ritual onde “o corpo” deve ser o palco
de uma representação coerente, “onde a virgem”, “a oferecida”, “o reservado” ou
“o garanhão” são máscaras que se devem ajustar sem falhas. Este solo, no
entanto, é uma obra de arte queer,
logo falhada. É o ato deliberado de levar a repetição ao ponto de rutura,
transformando a citação da norma num erro que expõe a sua própria ficção.



L̷A̶S̷C̸A̶_
prelúdios de uma sabotagemsurge na sequência de LABIA, um projeto de investigação processual e
colaborativo iniciado em 2023 através de residências artísticas site-specificque reúnem artistas queer de diferentes áreas. Nesse contexto, dança,
performance, voz, instalação sonora, escultura e vídeo coexistem num espaço de
experimentação horizontal e transdisciplinar, onde o foco não está na criação
de um objeto final, mas na partilha de processos, vulnerabilidades e formas de
cuidado coletivo. A falha, a incerteza e a instabilidade tornam-se motores de
criação e relação.



L̷A̶S̷C̸A̶_ prelúdios de uma sabotagem nasce da vontade de regressar à
pesquisa de minhe corpe, focando a investigação num objeto performativo
autónomo, definido dramaturgicamente e direcionado para um confronto direto com
os mecanismos da performatividade cis-heteronormativa.



Neste
espaço, propõe-se uma figura Drag.
Drag não é imitação de género, mas hiper-performatividade
— a amplificação radical dos códigos que expõe o que Judith Butler apelida de "substância
fictícia" do género. Não há um género verdadeiro por trás da performatividade; só há
a repetição estilizada de atos no tempo. A performatividade torna-se performance, e a performance conscientiza o
erro. É nesta transição constante, a partir da falha, que o género deixa
de ser uma prisão para se tornar um espaço de liberdade.



Ao
vestir e despir estas fisicalidades, este corpe não procura a representação
bem-sucedida, mas sim o tropeço, a fissura, o momento em que a máscara
escorrega e a carne se revela. O erro não é um acidente, mas a estratégia
central. A performance transita da
legibilidade ao absurdo — começa com a ilusão de um dito “género identificável”,
para rapidamente desmantelar essa certeza ao sobrecarregar gestos, comportamentos, posturas e discursos até à
sua rutura.



A pesquisa metodológica deste projeto assenta numa
abordagem prática de desconstrução somática e sonora, onde performer atua
simultaneamente como sujeito e objeto de estudo. Serão desenvolvidos exercícios
de improvisação que partam de movimentos e vocalizações estilizados — desde o escarro emproado, a postura de
poder do «macho-men» da masculinidade tóxica, o olhar do galã misterioso, até
ao silenciamento, à contenção da voz e à hiper-sexualização do corpo feminino—,utilizando figurinos, maquilhagem, adereços e próteses como extensões
artificiais que reforçam os diversos códigos de género, levando a representação ao ponto de
colapso. Cada camada de
figurino despido, maquilhagem que escorre, cada prótese que se desprende,
torna-se um ato de recusa à norma.



Paralelamente,
a investigação sonora desenvolve-se através da criação de uma paisagem híbrida entre eletrónica e sons
acústicos gravados — respiração, ruídos corporais e voz. Sobre
esta base, integram-se fragmentos
de repertórios musicais e momentos cinematográficos associados
a performances de género normativo binário (homens e mulheres cis-heteronormativas).
Estes elementos sustentam uma técnica
característica de Drag: o lipsync,
operado no limiar entre a sincronia e a dessincronia com a voz de performer. A este conjunto incluir-se-á um texto
autobiográfico que se construirá durante o processo, dito ao vivo e em voz-off,
adicionando uma camada onde a voz, por
vezes tratada com efeitos e amplificada em determinados pontos do espaço, deixa
de pertencer a “um corpo” específico, tornando-se um elemento flutuante e
indistinto.
Assim, a cultura popular funciona como cenário da hegemonia, enquanto a voz e
corpe de performer atuam como o erro que a desestabiliza.



Esta tensão entre orgânico e sintético espelha a
própria condição social “do corpo” como palco de uma construção artificial,
transformando os "erros" em matéria-prima estética. Neste processo, a
voz e o som não funcionam como instrumentos de comunicação ou narrativa linear,
mas como matéria física bruta que resiste à categorização, criando um campo de
forças onde a fragilidade e a falha se tornam a matéria estética da peça.



O erotismo que
emerge deste processo não reside na perfeição da forma, mas na fricção violenta
entre a imposição da norma e a beleza do erro. É o prazer de ver a estrutura
desmoronar, de sentir este corpe a recusar a coerência que lhe foi imposta.
Neste espaço, a falha torna-se um ato de resistência política e estética, onde este
corpe se liberta da necessidade de ser legível e abraça a sua própria
incompletude.



Em
"The Queer Art of
Failure", Jack Halberstam afirma a falha não como
fracasso, mas como alternativa radical de existência. Recusar o sucesso da
norma é recusar a lógica capitalista, patriarcal e colonial que exige
produtividade, legibilidade, coerência e submissão ao nor-cis-macho-branco, que
permanece nos lugares de poder. Falhar
é sobreviver de outra forma. É habitar o que foi descartado, o
que foi considerado erro, lixo, sobra. É aqui, nestas margens que queer se propõe a existir, transformando
a incapacidade de cumprir a norma numa potência criativa que desafia a própria
estrutura do que é considerado "válido".



Num
contexto de crescente desinformação e ofensiva global contra os direitos das
pessoas LGBTQIA+, a identidade de género tornou-se alvo de um ataque
coordenado: a direita e a extrema-direita, aliadas internacionalmente, promovem
a retórica da "ideologia de género", reabilitam a noção de que ser
trans é uma patologia mental e aprovam leis que criminalizam as existências
trans e não-binárias, incluindo o ressurgimento de "terapias de
conversão" e a revogação de proteções legais conquistadas. Apesar das
principais instituições de saúde internacionais (OMS, APA, WPATH) terem
retirado a incongruência de género da categoria de transtornos mentais,
reclassificando-a como uma questão de saúde sexual, a mobilização política,
social e a prática artística continuam a ser atos fundamentais de resistência. 



Como artista trans meta-binárie, construo obras
autobiográficas ficcionadas onde aplico a minha vivência e visão do mundo,
expondo a artificialidade da norma nas suas diversas camadas. Garantir direitos humanos concretos
exige desmontar a ficção da "verdade natural" da cis-normatividade; é
neste desmantelamento que a falha se transforma em ato de sobrevivência
coletiva, uma resposta
urgente à negação sistemática da nossa humanidade e à luta por um futuro onde a
existência queer seja finalmente
reconhecida e respeitada.



Este solo é a
primeira parte de um díptico, a primeira 'lasca' que se rompe da superfície
rígida do regime, abrindo o caminho para uma peça coletiva. E*foriaé um projeto que assentará na construção de corpes-monstres, na descoberta das suas infinitas possibilidades
de destruição e sobrevivência, num ciclo que se repete infinitamente. Uma peça para
sete performers prontes para habitar as fissuras e construir novas formas de
existência fora da lógica colonial da perfeição.



L̷A̶S̷C̸A̶_ ̸ prelúdios de
uma sabotagem é um manifesto que nos permite vislumbrar corpes-monstres não como erros, mas
como as únicas existências possíveis num mundo que se imagina livre.


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 ©Jo Castro






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	<item>
		<title>LABIA</title>
				
		<link>https://jocastroficial.com/LABIA</link>

		<pubDate>Fri, 20 Jan 2023 11:46:29 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Jo Castro</dc:creator>

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		<description>
	LABIA

2023...Projeto de investigação artística permanente. Partilhas públicas em formato de performance, instalações, workshops e conversas
	PT
“Toda a transição é uma experiência de fim do mundo”
Jota Mombaça

 LABIA é um projeto artístico autobiográfico de carácter processual permanente, que nunca se fixa, mas que se transforma em cada momento e espaço que ocupa. Partindo da identidade queer como ação de desestabilização da própria identidade, LABIA propõe um encontro entre artistas multidisciplinares que navegam entre mundos sem se encerrar em formas enraizadas de operar, numa coexistência e ressignificação das suas (res)(ex)istências. Aliades a um pensamento transfeminista interseccional propomos a urgência de devir-coletividades preservando as subjetividades e relação desierarquizada entre estas. Construimos um universo que possibilita extrapolar, transcender a materialidade individual e corpórea, desmontando a lingua(gem) colonizadora e binária, propondo discursos da língua a partir do seu gesto, ampliando as suas múltiplas possibilidades, num processo artístico e de vida sem fim.

LABIA transporta consigo memórias, construções e afetos de momentos de processo anteriores que nos novos contextos ganham novos contornos, permitindo-se transtornar e transbordar noutras cosmologias.
— Jo Castro

EN
 "Every transition is an end-of-the-world experience." 
Jota Mombaça
LABIA is an autobiographical artistic project of a permanent processual nature, never fixed but transforming with each moment and space it occupies. Rooted in queer identity as an act of destabilizing one’s own identity, LABIA fosters a meeting between multidisciplinary artists who navigate between worlds without being confined to entrenched ways of operating, in a coexistence and re-signification of their (re)(ex)istences.

In alliance with an intersectional transfeminist thought, we propose the urgency of becoming- collectivities while preserving our subjectivities and nurturing a non-hierarchical relationship between them. We construct a universe that allows for the extrapolation and transcendence of individual and bodily materiality, dismantling the colonizing and binary language, and proposing discourses of language through gesture, expanding its multiple possibilities in a lifelong artistic process.

LABIA carries with it memories, constructions, and affections from previous process moments, which, in new contexts, take on new contours, allowing themselves to be disturbed and to overflow into other cosmologies. — Jo Castro


Artistic concept and direction 
Jo Castro 

Lighting design, sound composition, texts, set design and performance 
Jo Castro, Lui L’Abbate and Nara António

Participation in the research process 
João Leonardo and Rezmorah

Bio materials, scenic sculptures and performance 
ROD 

Video and performance 
Francisca Manuel 
Financial management 
Sekoia Artes Performativas 

Research and creation grants 
Reclamar Tempo - Câmara Municipal do Porto,Teatro Académico Gil Vicente, Teatro de Ferro, OSSO Associação Cultural, Asta – Teatro e Outras Artes, Câmara Municipal de Setúbal, Teatro da Voz and Programa Guelra - Arte Total

Research residencies 
CAMPUS Paulo Cunha e Silva, Teatro Académico Gil Vicente, Teatro de Ferro 

Research, creation and artistic residencies support 
Trust Collective, Devir Capa, A Gráfica, Câmara Municipal de Setúbal, A Casa do Comum, O Lugar do Meio, OSSO Associação Cultural, Teatro Municipal da Guarda, Teatro Municipal do Porto, Teatro da Voz, Arte Total and Gnration

Coproduction residency 
O Espaço do Tempo 

Coproduction
DDD – Festival Dias da Dança and Cineteatro Louletano 

Acknowledgements Be Dias, Melissa Rodrigues, Maurícia&#124;Neves, Pietro Romani and Vera Martins





	

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©Francisca Manuel, ©Tatiana Lages, ©João Quirino, ©CMS, ©Jo Castro e ©Lui L’Abbate
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	</item>
		
		
	<item>
		<title>D̶a̶r̶k̶t̶r̶a̶c̶e̶s̶: on ghosts and spectral dances</title>
				
		<link>https://jocastroficial.com/D-a-r-k-t-r-a-c-e-s-on-ghosts-and-spectral-dances</link>

		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 15:09:16 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Jo Castro</dc:creator>

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D̶a̶r̶k̶t̶r̶a̶c̶e̶s̶: on ghosts and spectral dances
2022
dance/performance
trailerPT
“Ser assombrado por um fantasma é recordar algo que nunca se viveu, ter a memória do que essencialmente nunca esteve presente.” Jacques DerridaUma dança na desaparição do seu próprio rastro. Sem pertença. O que foi e já não é materializa-se em corpos que dão lugar às suas múltiplas existências, fantasmas de si, já extintos ou por vir, que tanto pertencem à matéria como à memória, à imaginação e à realidade percecionada, ao visível e ao oculto. Partilham de uma solidão existencial entre a vida e a morte.

EN
“To be haunted by a ghost is to remember something you’ve never lived through, to have the memory of what has essentially never been present.”
Jacques Derrida
A dance in the disappearance of its own trace. No belonging. What it was and what no longer is materializes in bodies which give rise to their multiple existences, ghosts of itself – already extinct or yet to come – which belong both to substance and to memory, to imagination and to perceived reality, to the visible and to the occult. They share an existential loneliness between life and death.Conception, artistic direction and setJo CastroCocriation and performanceAna Rita Xavier, André Mendes, Maurícia &#124; Neves and Thamiris CarvalhoLight designMariana FigueroaSoundscapeJo Castro and Rafael MaiaCostumesSilvana IvaldiSound supportBernardo BentoCreation support and artistic residenciesBalleteatro, CAMPUS Paulo Cunha e Silva, Devir Capa, Pro.dança, Visões Úteis, Reitoria da Universidade do Porto, Teatro de Ferro, Companhia Instável e Serralves – Museu de Arte ContemporâneaCoproduction residencyO Espaço do TempoFinancial Management SupportProduções IndependentesCreation supportFundação Calouste GulbenkianCoproductionSerralves – Museu de Arte Contemporânea and Self-Mistake

Duration1h15



	
&#60;img width="1280" height="1280" width_o="1280" height_o="1280" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/8f14922688c7c30ad8a48870042d93d613326b0a3d60450c9ef82b9fb8015d6b/Darktraces-on-ghosts-filme-4.jpg" data-mid="230404664" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/8f14922688c7c30ad8a48870042d93d613326b0a3d60450c9ef82b9fb8015d6b/Darktraces-on-ghosts-filme-4.jpg" /&#62;
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©José Caldeira e ©Cathy Cardoso
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	<item>
		<title>Darktraces</title>
				
		<link>https://jocastroficial.com/Darktraces</link>

		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 15:09:15 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Jo Castro</dc:creator>

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		<description>Darktraces

2021
dance/performance
trailerPT
Darktraces é o lugar do absurdo, kafkiano, onde as mutações de estados e movimentos nos deslocam para outras perceções, repleta de assombrações que existem dentro e fora de nós, de medos e questões existenciais que nos compõem. Enquanto esperam a morte, um corpo sai dum corpo, outro assombra ou é assombrado, um outro olha para dentro, testemunhando ou evocando outros, outras danças, sem pertença, numa violência de um riso ou choro, estes corpos fantasma partilham de uma solidão existencial entre a vida e a morte.
EN
Darktraces is the realm of the absurd, Kafkaesque, where mutations of states and movements propel us into alternate perceptions, filled with haunting entities that exist within and outside of us, fears, and existential questions that shape us. While awaiting death, one body emerges from another, another haunts or is haunted, yet another looks inward, witnessing or summoning others, engaging in dances without belonging, in a violence of laughter or tears. These phantom bodies share an existential loneliness between life and death.Conception, artistic residency, set and soundscapeJo CastroCocreation and performanceAna Rita Xavier, André Mendes, Maurícia &#124; Neves and Thamiris CarvalhoCostumesJo Castro and Silvana Ivaldi (a partir de RITE OF DECAY)Creation support and artistic residenciesCAMPUSpcs, Devir Capa, Maus Hábitos, Pro.dança, Visões Úteis, Reitoria da Universidade do Porto and Self-MistakeCoproduction residencyO Espaço do TempocoproductionBalleteatroAge rating6 years and upDuration45 minutes

&#60;img width="3000" height="2000" width_o="3000" height_o="2000" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/c73cbdd5b0189f78ac6b9475f4079ccef794ed3df59cfe1ff4eecb2e3901f7c9/42_c-Pedro-Sardinha.jpg" data-mid="165280357" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/c73cbdd5b0189f78ac6b9475f4079ccef794ed3df59cfe1ff4eecb2e3901f7c9/42_c-Pedro-Sardinha.jpg" /&#62;
&#60;img width="3000" height="2000" width_o="3000" height_o="2000" data-src="https://freight.cargo.site/t/original/i/c642ac0a7b364fc41d5c7a1d6f990f85b7f4109f2d02bb3b818a9ff42df4d5f7/44_c-Pedro-Sardinha.jpg" data-mid="165279968" border="0"  src="https://freight.cargo.site/w/1000/i/c642ac0a7b364fc41d5c7a1d6f990f85b7f4109f2d02bb3b818a9ff42df4d5f7/44_c-Pedro-Sardinha.jpg" /&#62;
©Pedro Sardinha</description>
		
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	<item>
		<title>and STILL we MOVE</title>
				
		<link>https://jocastroficial.com/and-STILL-we-MOVE</link>

		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 15:09:16 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Jo Castro</dc:creator>

		<guid isPermaLink="true">https://jocastroficial.com/and-STILL-we-MOVE</guid>

		<description>and STILL we MOVE

2020
dance/performance
trailerPTE ainda assim nos movemos. A fragilidade enquanto potência, enquanto lugar poético, é o ponto de partida para uma performance que surge da vontade de deslocar o campo privado para o público. Artistas Jo Castro e Maurícia &#124; Neves questionam e reconfiguram a relações entre ambes, tendo como base fotografias de arquivo pessoal de uma relação que encontrou o seu fim.A imagem como lugar de projeção e de construção. A relação entre os corpos fotografados é reabitada ou talvez não, mas nesta experiência mutante entre o passado e o presente a perceção dessas mesmas imagens transforma-se e ganha novos contornos nos corpos des dues artistas. (Des)(re)construindo-se noutras formas de coexistir, entre a efemeridade e a suspensão prolongada do gesto, a performance convoca um espaço de profunda intimidade quase suspensa, que responde à velocidade do mundo lá fora.O isolamento social a que foram sujeites, redefiniu a fala, o olhar, o toque e as emoções. Artistas propõem-se a repensar as relações humanas. Como defende Judith Butler: “o ‘eu’ não tem história própria que não seja também a história de uma relação – ou conjunto de relações – com um conjunto de normas”. “Uma peça auto-biográfica e política”, que dialoga entre a dança e a performance. Esta é a nova criação de dues artistas que têm vindo a colaborar desde 2018. ENAnd still we move. Fragility as power, as a poetic place, is the starting point to a performance that arises from the desire to move the private field to the public sphere. The artists Jo Castro and Maurícia &#124; Neves question and reconfigure the relationships between them, using as a base photographs from the personal archive of a romantic relationship that ended.The image as a place of projection and construction. The relation between the photographed bodies is reinhabited or perhaps not, but in this mutating experience between past and present the perception of these very images transforms and gains new outlines in the bodies of the two artists. (De)(re)constructing themselves in new forms of existence, between the ephemerality of the word and the prolonged suspension of the gesture, the performance evokes a space of profound intimacy and ephemerality that corresponds to the pace of the outside world.The social isolation to which they were subjected, redefined speech, sight, touch and emotions. The artists proposed themselves to rethink human relations.As Judith Butler says: “the ‘I’ has no history of its own that is not also a history of a relation – or set of relations – with a set of norms”. 

An autobiographical and political piece, as described by Jo and Maurícia, between dance and performance. This is the new creation by the two artists who have continually collaborated since 2018.Concept, direcction, texts, voice, set design and performance
Jo Castro and Maurícia &#124; NevesSoundscape
 Daina DievaLight design
Vera MartinsCostumes
Carlota LagidoArtistic residencies
Nida Art Colony, Mala Voadora, c.e.m, Teatro da Voz, Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo, TRUST collective, TEMPO, Pro.dança, CAMPUS, GrETUA, Centro de experimentação artística do Vale da Amoreira (Moita), Devir CapaCreation support
Self-Mistake, CTB – Companhia de Teatro de Braga and Nome PróprioCoproduction residency
O Espaço do TempoCoproduction
BoCA, Teatro das Figuras and Festival Contradança (ASTA)Support
IPortunus, Fundação GDA, Fundação Calouste Gulbenkian, Direção Geral das Artes and Teatro da Garagem“and STILL we MOVE” is a commissioned&#38;nbsp;project&#38;nbsp;by BoCA Biennial of Contemporary Arts 2021

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©Inês Sambas e ©Cathy Cardoso</description>
		
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		<title>RITE OF DECAY</title>
				
		<link>https://jocastroficial.com/RITE-OF-DECAY</link>

		<pubDate>Thu, 19 Jan 2023 15:09:15 +0000</pubDate>

		<dc:creator>Jo Castro</dc:creator>

		<guid isPermaLink="true">https://jocastroficial.com/RITE-OF-DECAY</guid>

		<description>RITE OF DECAY

2020
dance/performance
trailerPTRITE OF DECAY é uma dança sobre a morte, ou várias mortes. A gestão de um corpo que se desmultiplica noutros, já extintos ou por vir. Em decadência, que se expõe, que falha, onde o tudo e o nada, a persistência e a renúncia, a presença e a ausência, se defrontam na tentativa de reconciliação com o fim. O fim do mundo como uma metáfora para a nossa própria degradação.ENRITE OF DECAY is a dance about death, or several deaths. The management of a body that multiplies in others, already extinct or to come. In decay, which exposes itself, which fails, where everything and nothing, persistence and renunciation, presence and absence, meet in the attempt to reconcile with the end. The end of the world as a metaphor for our own degradation.Conception, choreographic and scenic creation, interpretation
Jo Castro
Soundscape
Diana Combo and Jo Castro
Light design
Mariana Figueroa
Costumes
Silvana Ivaldi
External observer
Mauricia &#124; Neves
Production residency
O Espaço do Tempo
Creation and residency support
Nome Próprio, New Dance Alliance, Companhia Instável, Rua das Gaivotas 6, Armazém 22, Centro de Criação Candoso &#124; CCVF - Centro Cultural VIla Flor, Teatro de Ferro

Coproduction
CCVF - Centro Cultural VIla Flor


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©Pedro Figueiredo</description>
		
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